
A chuva parece não ter fim, e a cada dia a natureza parece estar mais enfurecida.
E eu preciso sair enfrentar essa chuva, e meu guarda-chuva parece não ser tão forte,
Parece que não irá agüentar a terrível tempestade.
E agora, o que fazer?
Tento apenas enfrentar, mais não quero me molhar.
Parece inevitável, mais são tão desagradáveis, essas gotículas de água que me cerca.
Tento me proteger, mais não consigo mais viver, tento apenas encontrar, algo para me ajudar, para me proteger desta chuva.
Com o tempo escondido em baixo da caverna, esperando a coragem vir, percebi que tenho que enfrentar abrir meu guarda-chuva e seguir. E descobri que inevitável foi não me molhar, pois no meu guarda-chuva havia um furo a onde deixava penetrar, pequenas gotículas de água que adoravam me cercar.
E eu preciso sair enfrentar essa chuva, e meu guarda-chuva parece não ser tão forte,
Parece que não irá agüentar a terrível tempestade.
E agora, o que fazer?
Tento apenas enfrentar, mais não quero me molhar.
Parece inevitável, mais são tão desagradáveis, essas gotículas de água que me cerca.
Tento me proteger, mais não consigo mais viver, tento apenas encontrar, algo para me ajudar, para me proteger desta chuva.
Com o tempo escondido em baixo da caverna, esperando a coragem vir, percebi que tenho que enfrentar abrir meu guarda-chuva e seguir. E descobri que inevitável foi não me molhar, pois no meu guarda-chuva havia um furo a onde deixava penetrar, pequenas gotículas de água que adoravam me cercar.
(Hugo Ito)

Um comentário:
te amo
Postar um comentário