sábado, 31 de maio de 2008

As nuvens não são de algodão doce.


Aquele sentimento dos primeiros passos, quando saímos do maternal e passamos para a 1º série, quando cultivamos as primeiras amizades, quando pulamos corda até 100, quando chegamos ao céu na amarelinha, tudo parece mágico, mais com o tempo vem as primeiras brigas, e descobrimos que o céu da amarelinha, era apenas de giz, que era pego escondido das professoras, e que depois do 100 os números são infinitos, e que depois do colégio ainda, tem a faculdade, a pós, o mestrado, e descobrimos que: “ As nuvens não são de algodão doce.” E que papai Noel não existe, e coelhinho da páscoa não produz chocolate, e descobrimos, que a vida não é um conto de fadas, e que fadas não existe, nunca existiu.
Mais o que importa e que papai Noel existia, e coelhos produzia chocolate, e que fadas voavam aos céus, quando eu acreditava nisso, por acreditar eles estavam lá.
E agora, no que acreditamos?
Por acreditar, possamos achar que existe, mais às vezes não passa de ilusão.
( Hugo Ito )

Era uma vez.

Era uma vez, duas pessoas que se conheceram, por um acaso, em um determinado local.
Com o passar do tempo, sempre se reencontravam, e parecia que o destino havia os unido, sem eles ao menos saber o que ainda teria por vir.
Ele se chamava Y e ela se chamava X, quando passaram a ter mais contato, o coração de X parecia que batia mais forte perto de Y, e ela em pouco tempo, já parecia que o amava, e Y parecia gostar dela também. (INCRIVEL NÃO? ).
Com o passar de alguns dias, ela o revela e ele sem palavras concretas a deixa meio balanceada, ela decide o conquistar, assim com algum tempo depois, ela descobre que ele ainda não havia deixado de amar sua ex, seu nome é P, X se sente destruída, e arrasada, como se o mundo houvesse acabado, como se nada mais existisse, como se seu mundo houvesse perdido a cor, mais pobre X ainda não sabia, o quando sofreria ou o quanto se sentiria feliz ainda.
Sempre observava o formigueiro na casa de sua avó, a onde as formiguinhas lutavam para levar as pessoas amadas, o que comer tentando fazer do formigueiro uma grande família, ela pensava em tudo que acontecia, como se se perdesse no seu subconsciente.
Mesmo assim, com o passar de mais um tempo, ela não desiste, luta para conquistar quem ama, ela luta, e luta com muito sofrimento, e lagrima, ela vai conseguindo amolecer o Y e em pouquinho em pouquinho ela vai conseguindo tirar dele, palavras bonitas, trocas de carinho, e afeto, mais às vezes isso não é tudo, ela ainda se sente sozinha, e sabe que ainda não o conquistou completamente.
O mundo passa a girar mais rápido, e muitas pessoas, lutam para que eles não fiquem juntos, histórias são inventadas, por amigos de ambas a parte, parece que tudo indica que não, mais X diz que sim, que vão ficar juntos, e nada que disser vai acabar com o que sente por Y. Muitas brigas, muitas lagrimas, mais ainda apesar de tudo continuaram com um sentimento ainda mais forte, tudo parecia suportar, X por momentos tentou se afastar, mais seu sentimento era maior (...)
Muita coisa aconteceu em poucos meses, para X parece que anos se passaram, e ela ainda o espera, com braços abertos, e com o amor mais sincero e meigo que jamais havia sentido por alguém, depois de tudo ela percebe que por mais que lute, às vezes não conseguimos o que queremos, e que era como as formigas que observava, lutavam, mais às vezes vinham pessoas com apenas uma pisada, destruía o formigueiro inteiro.
Enfim, X chegou para Y e disse que não gostava mais dele, que ia sumir para ele esquecer tudo que ela disse um dia (...)
Ele muito orgulhoso, apenas disse ok, e seguiu seu caminho, parecia que ele nunca ligou nunca se importou, e que X era indiferente em sua vida (...)
Mais X sempre estará por perto, observando (...) como ela iria dizer:
Por fora estou vivendo, fingindo que te esqueci, por dentro estou vivendo, sabendo que te perdi. Sempre irei te amar, eterno Y, isso é um pouco de muito que ainda que não foi escrito.

Não Nunca Jamais.


Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais. Não Nunca Jamais.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Vaidade.


Humanos que somos, portanto vulneráveis.

Vaidade dos pecados que cometemos

E que nos deixa inflamáveis, instáveis

Jamais admitindo que erramos...
Vaidade que nos ronda

E sempre nos sondaAcompanha-nos feito uma sombra

E fingimos que nos assombra
Vaidade feito uma donzela

Que todo dia se enfeita

E nos maquia pra suas mazelas
Vaidade que não quer saber da verdade

Nem muito menos da dura realidade

E brincando com nosso ego fica a nos contemplar...


(Carmen Cecilia)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Justice.


Da eletrônica pop não se via um bom vídeo desde dezembro do ano passado, e agora em maio quem impressiona nas criações audiovisuais são eles, Xavier de Rosnay e Gaspard Auge, a já mitológica dupla francesa Justice.

O clipe de "Stress", novo single do álbum Cross (†), ilustra a música mais pesada do disco-punk Justice de maneira coerente: cinco maloqueiros da gangue † cruzam as ruas de uma nublada tarde parisiense fazendo estragos: picham paredes e as pessoas no metrô, destroem bares, quebram máquinas de turistas, violões de hippongas e distribuem bicudas, sopapos e pedala-robinhos na cabeça de qualquer um que olhar torto ou ousar reclamar.


REFERÊNCIASO único policial que tenta intervir na situação acaba linchado, numa releitura 2008 de elementos do cinema violento de clássicos como Laranja Mecânica e Um Dia de Fúria (1993), no qual um frustrado Michael Douglas sai destruindo e metralhando a tudo e todos num simples dia de mal-humor.

And Darling .




Tegan and Sara.




Creep up and tell me that you


You love me more each time you


Look into my eyes, I feel like


I know you don't mean to be mean


I'm sure you know the same for me


When you creep up and tell me


Darling It breaks my heart each time you


Darling You break my heart each time you


You slip your hands inside my pockets


Tell me nothing else would do


Without me, you can't live and


You slip your heart into my chest


They both become one of the strongest pairs


When strangers comeAnd darling


This thing that breaks my heart and Darling


You break my heart each time you


Darling This thing that breaks my heart and


DarlingYou break my heart each time you

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Desisto ! Desisto !

Por que não podem ver o nosso amor?
Por que o medo por que a dor?
Se as diferenças não nos separam
Ninguém vai nos separar.
E no meu coração, você vai sempre estar
O meu amor, contigo vai seguir
Não deixe ninguém, tentar lhe mostrar
Que o nosso amor não vai durar
Eles vão ver, eu sei...
Pois quando o destino, vem nos chamar
Até separados é preciso lutar
Eles vão ver, eu sei...
Nós vamos provar que...
No meu coração, eu sei você vai sempre estar
Eu juro que o meu amor, contigo vai seguir
No meu coração , aonde quer que eu vá
Você vai sempre estar, aqui... Aqui... Para sempre...
Meu amor, vai contigo, sempre contigo...

(musica)

terça-feira, 6 de maio de 2008

Agora !

Parece que sempre venho reclamar, das mesmas coisas, e sempre digo que desisto, mais ou menos dias, aqui estou eu, reclamando, ou comentando, ou lamentando sobre os mesmos assuntos, é so que a realidade é que "você" não intende, o que se passa, o que eu gostaria de ouvir, ou ver de você.
Eu sempre chego aqui e digo, que estou cansado, e digo que não lutaria mais, só que dentro de mim ainda, pede para lutar, ou as vezes não pede, eu que sou teimoso mesmo, e que não consigo
imáginar a minha vida, assim sem este amor, sem nada, sem você, mais as vezes doi, e canso da dor, por que garanto que a dor não é uma coisa boa.
A dor do amor, é a pior dor, por que não possamos ir comprar um remédio para aliviar, por que o unico remédio é você, e as vezes os "donos" dos remédios não doa a cura.
Eu só queria, poder ver o futuro, e saber como vai ser, ou como deveria ser, ain se existe alguma força suprema, um Deus eu só lhe pesso a sua ajuda, por que doi tanto, este mundo a cada vez está pior. Como diz shakespeare "choramos ao nascer, por chegarmos a este cenário de dementer".
A cada dia tenho varias conclusões sobre os seres humanos, e muita delas não são tão boa quanto deveria ser, as vezes me achão dramatico, ou algo assim, mais se coloque em meu lugar, duvido que com tudo que se passou até hoje, "vocês" ainda estariam lutando, e ainda aqui tentando registrar tudo que se passa pela sua cabeça.
Um dos principais motivos destes registros, e que por mais que sejão melodramaticos, ou amargurados, é que eu não quero esquecer o que se passou por mim, e o que eu senti nesta época da minha vida, por que posso um dia esquecer de tudo isso, mais ao ler eu vou ver o quanto foi, e ainda é o amor mais sincero e puro que eu já senti em minha vida. E um outro motivo para guardar tantas coisas aqui, é por que não tenho a quem contar, a quem reclamar, ou a onde chorar, se guardasse tudo isso para mim, acho que não aguentaria, emfim possa ser que nada do que eu quero aconteca, mais lá na frente vou olhar para traz e ver que sempre dei o maximo de mim, se por ventura pareci tão chato, e demente ou algo do genero tudo que eu fiz, foi tentando fazer entender o quanto é importante e essencial em minha vida.
Tantas pessoas desejaria sentir um amor tão grande, e as vezes desejaria não amar tanto, por que com diz um grande poeta menotti del picchia " Não amar, é sofrer amar, é sofrer mais"

sábado, 3 de maio de 2008

Olhos abertos, Olhos fechados.

Acordo, faço tudo que tenho que fazer, assim uma vida comum.
mais eu sempre procuro ficar com os olhos abertos, por que além de comum,
nossas vidas são traiçoeiras, mais o real motivo que permaneço com os olhos abertos,
com tanta atenção, é para ver se te incontro, se posso ao menos te ver, tento procurar
mais nunca incontro, você pode não estar comigo, e aos olhos abertos posso não te ver
mais com os olhos fechados a unica imágem que me vem é você, além de te ver posso te sentir.
As vezes, com os olhos fechados, posso inchergar mais coisas, do que com eles abertos, mais com eles fechados vivemos apenas em ilusão? Possa ser que me arrependa depois, mais hoje isso não me importa, se com os olhos fechados eu estarei contigo, intão assim eles permanecerá, fechado, porem feliz.

( Hugo Ito )